segunda-feira, 2 de julho de 2012

MODA



E a moda pegou



Aventuras na História

Se ela não existisse, passaríamos a vida toda nos vestindo do mesmo jeito. Saiba como a moda mudou para sempre a relação de humanidade com as roupas.




A primeira agulha de que se tem notícia, feita de osso, surgiu há 20 mil anos. Muito rudimentar, ela só servia para costurar peles, mas há quem diga que sua invenção foi tão importante quanto a da roda e a do fogo. Alguns milênios depois (não se sabe exatamente quando) os artesãos descobriram a tecelagem. Combinando fios, faziam tecidos que, cortados e costurados, serviam para proteger do frio, esconder o corpo dos olhares alheios ou demonstrar poder. Durante a Antiguidade, diversos povos – dos incas aos indianos – desenvolveram seus próprios jeitos de fazer roupas, com panos coloridos ou intrincados bordados.
Séculos atrás, portanto, já existiam técnicas e matérias-primas para fazer roupas adequadas a todos os gostos. Mas ainda faltava alguma coisa. Quando um homem nascia, fosse ele um rei europeu ou um camponês asiático, era possível prever o jeito como ele se vestiria até sua morte. Isso só mudou com o surgimento de uma das mais fundamentais características do mundo contemporâneo: a moda.
A palavra vem do latim modus, que significa “costume” ou “maneira”. Ela começou a ser usada com o sentido que tem hoje por volta do século 15, com o fim do período medieval e o início do Renascimento na Europa. Mas a opção por incrementar o guarda-roupa manteve-se restrita à elite por mais 300 anos, até a Revolução Industrial. Foi a partir daí que a tecnologia e a produção em massa permitiram que os homens comuns pudessem escolher o que vestir – escolha que logo se transformou numa expressão da personalidade. Se o ato de se vestir é muito mais antigo do que a moda, hoje é impossível separar uma coisa da outra.

Tudo se copia


Para saber como a moda e as roupas ficaram ligadas para sempre, é preciso voltar à época em que a primeira nem existia. Até a Idade Média, era comum que pessoas simples, como os camponeses, não tivessem mais que dois trajes: um de domingo, usado para ir ao culto religioso, e outro mais surrado, para o dia-a-dia. As donas-de-casa faziam as vestimentas da família e as roupas eram tão valorizadas que costumavam ser listadas em testamento. Os homens usavam gibões (grandes casacos), enquanto as mulheres se contentavam com vestidos simples, sem armação.
Desde a Antiguidade, vestir-se com luxo e variedade era privilégio da elite. Nas cortes européias, muitas novidades eram introduzidas pelos viajantes que vinham do Oriente. A calça comprida, por exemplo, teria sido inspirada nas calças bufantes dos indianos. Para evitar que um trabalhador comum parecesse um membro da aristocracia, durante muito tempo houve leis que restringiam alguns tecidos e cores a determinadas classes sociais.
Com o declínio da Idade Média na Europa, as cidades começaram a se desenvolver, atraindo pessoas que antes viviam em função dos nobres, no campo. Nos núcleos urbanos, o desenvolvimento do comércio – catapultado pelas grandes navegações – fez surgir uma nova classe social, a burguesia. Eles não eram nobres, mas eram ricos e não tinham nenhuma pretensão de esconder isso. Querendo se diferenciar dos trabalhadores braçais, os burgueses se espelharam na nobreza. E começaram a copiar suas roupas.
Os nobres não gostaram de ser imitados. Para continuar se destacando, exigiram ainda mais criatividade de seus alfaiates. Graças a isso, nos séculos 17 e 18, as roupas ficaram cada vez mais rebuscadas, atingindo seu ápice na corte francesa de Versalhes – cujo maior símbolo de extravagância foi a rainha Maria Antonieta. Fora dos palácios reais, a burguesia tentava acompanhar tudo, obrigando os costureiros da corte a inovar cada vez mais.
Esse jogo de criação e imitação é o mecanismo que até hoje move a moda. A diferença é que, naquela época, uma enorme parcela da população, por razões econômicas, se mantinha excluída dele. A mudança veio com a Revolução Industrial, que começou na Inglaterra da segunda metade do século 18. Um dos primeiros setores fabris a contar com a velocidade das máquinas foi, justamente, o de tecidos. O custo do produto diminuiu drasticamente. Ao mesmo tempo, a industrialização aumentou a disponibilidade de emprego nas cidades: em vez de arar a terra no campo, o jovem podia optar por trabalhar numa fábrica.
Nas cidades, os trabalhadores começaram, devagar, a ser incluídos na ciranda da moda. Andar pela rua bem vestido era fundamental. “Em espaços públicos, os mais ricos exibiam seu poder financeiro e seu bom gosto por meio das roupas, enquanto as pessoas de classe média tentavam mostrar que sabiam qual o estilo de vestimenta apropriado e como utilizá-lo”, diz a socióloga americana Diana Crane, da Universidade da Pensilvânia, autora do livro A Moda e seu Papel Social.
Por volta de 1820, surgiu na Inglaterra e na França a confecção industrial. Pela primeira vez, às centenas, as peças saíam prontas das fábricas, idênticas e baratas. Lojas especializadas em roupas não tardaram a aparecer. “Na década de 1840 surgem os grandes magazines, tornando a moda acessível à pequena e média burguesia”, escreve o filósofo francês Gilles Lipovetsky em O Império do Efêmero.
Na década de 1850, com a invenção de máquinas de costura semelhantes às atuais, os custos de produção das roupas caíram ainda mais, permitindo que até trabalhadores mais humildes pudessem adquirir trajes mais elaborados. As roupas se tornaram, assim, o primeiro item de consumo amplamente acessível da história.



Calças às mulheres
Mas a democratização do vestuário tinha limites. No trabalho, os patrões obrigavam os empregados a usar uniformes, para lembrá-los de que eram subalternos. Em meados do século 19, os trabalhadores tinham que andar “fora de moda”, com macacões e aventais. Segundo Diana Crane, os profissionais mais bem-sucedidos, como contadores e advogados, procuraram um tipo de roupa que os diferenciasse dos operários. “Surgiu então, na Inglaterra, o costume ou terno, com calça social, paletó, colete e gravata”, afirma. O traje inventado pelos ingleses logo se tornou símbolo de elegância na Europa e na América.
Mas, enquanto os homens ricos usavam roupas já pensadas para o mundo do trabalho, suas mulheres ainda seguiam a cartilha do ócio aristocrático. As grã-finas americanas e européias se vestiam conforme as últimas tendências de Paris – a monarquia havia sido derrubada, mas a França ainda era referência em moda. Costureiros franceses faziam vestidos com saias amplas, cheias de babados, aros de arame e aço, anáguas e espartilhos. Esses modelitos não permitiam que as damas se abaixassem, sentassem ou mesmo respirassem direito, mas serviam para mostrar que uma mulher de classe não precisava fazer esforços – pois quem executava os serviços da casa eram as criadas.
Mesmo com o sucesso da confecção industrial, portanto, as mulheres abastadas continuavam usando roupas feitas sob medida. Foi então que surgiu a alta costura, especializada em produzir modelos exclusivos, em contraposição à moda vendida nos magazines. O primeiro costureiro a explorar esse nicho foi o inglês Charles Frederick Worth. Em 1858, em Paris, ele realizou o primeiro desfile de moda de que se tem notícia. Exibiria toda a coleção em um único dia, para poucas felizardas. Na data marcada, surpreendeu as clientes com outra inovação: em vez de cabides, usou mulheres para mostrar suas criações.
A Maison Worth foi um sucesso e deu origem a dezenas de casas nos mesmos princípios. Em lugar do costureiro-artesão, surgia o estilista, profissional respeitado pela genialidade criativa e pelo poder de escolher o que seria tendência. Já nessa época, os modelos da alta costura eram rapidamente copiados e reapareciam em versões mais simples no comércio popular.
Nos magazines e mercados, a maioria das clientes eram mulheres solteiras que trabalhavam fora e queriam se exibir. “Embora tivessem pouco dinheiro, elas competiam com suas colegas de trabalho para copiar a última moda, escolhendo trajes chamativos para fazer seu estilo”, diz Diana Crane. As roupas já eram um meio de expressar status, ambições e sonhos.
Foram essas jovens ousadas que forçaram a modernização do vestuário feminino, exigindo roupas mais simples e funcionais, como as dos homens. Trocaram os vestidos cheios de camadas por saias compridas, camisa social e até gravata. Na virada do século 20, elas já vestiam os primeiros tailleurs com saia – “símbolo da mulher emancipada”.
Mas as inovações no vestuário feminino tinham um limite: as moças não podiam usar calças compridas. Em muitos países, a proibição fazia parte da lei e tinha raízes antigas. Entre os séculos 13 e 14, os homens haviam deixado as saias para usar calças. Isso provocou uma cisão entre os guarda-roupas masculino e feminino. Somente por volta de 1890, com a invenção da bicicleta, as mulheres obtiveram permissão para usar calças – porque era impossível pedalar de saia. Mas, no começo, isso só era permitido no campo, no litoral ou em ginásios. Nunca em ambientes formais.
Pronto para usar
A moda do início do século 20 buscava, acima de tudo, a pompa e o glamour. Mas a Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, inaugurou um período de luto e escassez. Foi então que a estilista francesa Gabrielle Chanel decretou o fim do luxo. Para ela, a mulher moderna pedia vestidos justos e simples, calça comprida e malhas de lã. Chanel investiu em detalhes antes restritos aos pobres, como gola e punhos de camareira e macacões de mecânico. Nos anos 20, o protótipo da mulher esguia e dinâmica derrubou o da sedentária entravada em babados e rendas.
Na década seguinte, os estilistas franceses começaram a ter seu império ameaçado. Na mídia, as damas de Paris começaram a perder espaço para as estrelas de Hollywood, nos Estados Unidos. As mulheres queriam se vestir como Greta Garbo e Marlene Dietrich. Com a invasão de Paris pelos nazistas em 1940, durante a Segunda Guerra, muitos modistas fecharam suas maisons ou as levaram para outros países. Enquanto isso, costureiros americanos e britânicos foram tomando o mercado. Como a guerra impôs nova escassez de matérias-primas, as roupas ficaram mais simples, feitas com tecidos como brim ou veludo cotelê.
O mundo só voltaria a se curvar à moda de Paris em 1947, quando o estilista Christian Dior lançou o New Look (“novo visual”): tailleur e saia ampla com cintura fina. Com formas que valorizavam o busto e o quadril, o estilista trouxe de volta a feminilidade e o glamour. Dior produziu um sucesso atrás do outro: vestidos tomara-que-caia, estolas, chapéus, colares de pérolas...
O êxito de Dior abriu as portas de Hollywood para os criadores franceses. Ele vestia Marlene Dietrich e a jovem Brigitte Bardot. Hubert de Givenchy fazia os vestidos de Audrey Hepburn e Grace Kelly. Na década de 50, se associaram a empresas para lançar perfumes, maquiagem, acessórios e lingerie – hoje esse licenciamento é sua principal fonte de renda. As grandes casas de moda abriram também uma segunda linha de roupas, chamada de prêt-à-porter (“pronto para usar”, em francês). Produzidas em séries limitadas, elas não são tão exclusivas como as da alta costura, mas custam até dez vezes menos.
Atualmente, as grandes tendências da alta costura são lançadas nos desfiles de Paris, Londres, Milão e Nova York. Mas como elas se transformam na moda usada nas ruas pelas pessoas comuns? Uma das melhores explicações para isso está no filme O Diabo Veste Prada, lançado em 2006. Miranda (vivida por Meryl Streep), editora de uma revista de moda, percebe o desprezo de uma repórter pelo tema e dispara: “Sabe que cor você está usando? Um azul-cerúleo que Yves Saint-Laurent apresentou pela primeira vez em Paris, foi copiado por estilistas do mundo todo, virou tendência na indústria têxtil e foi parar até nas lojas de comércio popular, que foi onde comprou essa malha sintética barata”. Desde a época em que a burguesia copiava a nobreza, o princípio básico da moda continua o mesmo.



Peças-chave

Conheça a origem de itens que revolucionaram o vestuário
Gravata
No século 17, croatas que se alistavam no Exército francês usavam lenço no pescoço para se aquecer. O rei Luís XIV então criou um pedaço de tecido com a insígnia real para ser usado pelo regimento à moda croata. A peça caiu no gosto dos europeus.
Sutiã
Em 1913, a socialite americana Mary Phelps Jacob, para usar um vestido transparente, criou um sutiã com dois lenços de seda e algumas fitas de cetim. Em Paris, os grandes estilistas começaram a aderir à novidade. Mary só não ficou milionária porque vendeu a patente por meros 1500 dólares.
Camiseta
Na Primeira Guerra Mundial, soldados americanos notaram que, sob os uniformes, os europeus usavam leves peças de algodão. O que no front era roupa de baixo virou peça de primeira linha nos Estados Unidos. As estampas surgiram nos anos 60, com mensagens publicitárias e palavras de protesto.
Biquíni
O duas peças foi inventado pelo estilista francês Louis Réard. O primeiro biquíni, lançado em 1946, foi considerado imoral. Tanto que só uma dançarina de strip-tease, Micheline Bernardini, topou posar com ele. Somente na década de 60 esse traje de banho invadiria as praias do mundo.

De cabides a celebridades

Em um século emeio, as modelos dominaram o mundo
Sua profissão tem cerca de 150 anos. Mas foi só na metade do século passado que as modelos deixaram de ser cabides ambulantes para se tornar, muitas vezes, mais famosas do que as roupas que desfilam. A primeira manequim de que se tem notícia foi a francesa Maria Vernet Worth. Em 1858, ela se dispôs a ajudar o marido, o costureiro inglês Charles Frederick Worth, a mostrar suas criações para a elite parisiense. A missão de Maria Vernet era andar com elegância, agir discretamente e nunca abrir a boca. Com a multiplicação das casas de alta costura, as modelos se tornaram muito requisitadas. No começo do século 20, elas ganhavam 25 dólares por hora – um bom salário para a época. A carreira de algumas das manequins de então durava décadas. A suíça Lisa Fonssagrives, por exemplo, fez centenas de capas de revista, dos anos 30 aos 50. Questionada sobre o segredo de seu sucesso, dizia que o mais importante era “comer com moderação”.
O conselho foi seguido à risca pelas sucessoras. Nos anos 1960, a inglesa Twiggy e a alemã Veruschka inauguraram o padrão magérrimo que viraria regra. Além do biótipo singular, as duas sabiam brincar com a câmera, inventando diversos personagens. Essa mudança de atitude as tornou populares: elas davam entrevistas, ganhavam salários milionários, eram convidadas a atuar no cinema. “Enquanto Hollywood perdia seu glamour, as modelos tornavam-se amigas dos estilistas e freqüentavam festas badaladas”, explica Diana Crane.
Nos anos 1970 e 1980, grandes agências passaram a recrutar adolescentes em vez de mulheres de 20 e poucos anos. O americano John Casablancas, então diretor da agência de modelos Elite, era mestre em transformar desconhecidas em supermodelos. Foi assim com Linda Evangelista, Cindy Crawford e Christy Turlington, que não saíam da cama por menos de 10 mil dólares. A última grande descoberta de Casablancas foi a gaúcha Gisele Bündchen, contratada aos 14 anos pela Elite. Hoje é a modelo mais bem paga do mundo – ganha 30 milhões de dólares por ano.

Saiba mais

Livros
A Moda e seu Papel Social, Diana Crane, Senac, 2006
Aborda o surgimento da indústria têxtil e faz uma reflexão sobre a importância da moda nos nossos dias.
O Império do Efêmero, de Gilles Lipovetsky, Companhia das Letras, 1989
Faz a genealogia da moda na França e demonstra como ela movimenta vários setores da economia.

Nutrição





A profissão de Nutrição é responsável por investigar e controlar a relação homem-alimento para preservar a saúde humana.
O Por Dentro das Profissões conversou com a nutricionista Denise Carreiro, autora do livro “Entendendo a Importância do Processo Alimentar”, para falar um pouco mais sobre curiosidades e fatos sobre o trabalho do nutricionista.

A faculdade dura quatro anos e engloba todas as áreas de atuação do profissional

Há disciplinas do currículo básico da área médica, como fisiologia, anatomia e bioquímica; e disciplinas teóricas e práticas sobre qualidade nutricional dos alimentos, educação e higiene alimentar e avaliação nutricional.

Há diversos caminhos e especializações para o nutricionista

O profissional pode trabalhar na parte administrativa, elaborando cardápios e cuidando do controle nutricional; pode cuidar do controle de qualidade, verificando processos e armazenamento dos alimentos; pode trabalhar também em clínicas e hospitais, prescrevendo dietas e promovendo educação e reeducação alimentar.



Atualmente, tem se desenvolvido bastante o trabalho personalizado

São cada vez mais comuns profissionais da área esportiva, que trabalham diretamente com atletas ou prestam serviços a academias e centros de estética. Há também o personal diet, que vai até a casa do cliente e o ensina a comprar, armazenar, cozinhar e criar uma dieta ideal.

Todas as áreas da Nutrição estão em evidência e com espaço no mercadoO nutricionista ensina as pessoas a se alimentar

Em geral, não têm disciplina e educação para comer, perdeu-se a noção do que é se alimentar corretamente. Inclusive, há uma grande influência da mídia e da indústria alimentícia sobre a questão dos alimentos, criando a ideia equivocada de que uma alimentação saudável é sinônimo de dieta light ou diet.
Antes se tinha uma noção simplista sobre a área, de que alimentos poderiam ser divididos entre os que engordam e os que emagrecem. Hoje é diferente, pois é cada vez mais clara a noção de que Nutrição está ligada à Medicina. São os nutrientes que promoverão as atividades básicas do organismo e cuidarão de seus processos, como antioxidantes, anti-inflamatórias etc. Um problema de saúde pode ser prevenido e controlado com uma alimentação correta, não apenas com remédios.

Fazer uma especialização, depois da graduação, é requisito básico

Não há um único perfil de nutricionista. Cada área exige uma especialização. Alguém que está na indústria cuidando da qualidade dos alimentos servidos não é igual a quem programa uma dieta para um paciente, por exemplo. Assim, o profissional deve se especializar com cursos de especialização e pós-graduação após a faculdade.

Nutrição exige bons conhecimentos na área biológica

Quem segue essa carreira gosta e entende bastante de Biologia e Química. Além disso, ser uma pessoa comunicativa é importante, pois o profissional lida com pessoas no dia a dia, em consultas, atendimentos, clínicas e empresas.

É essencial ter comprometimento com o ser humano

Como toda profissão da área de saúde, é preciso comprometimento com as pessoas, querer ajudá-las e melhorar a qualidade de vida. Pensar sempre no benefício do outro exige dedicação e entrega.

É preciso se atualizar durante toda a carreira

Nutrição é uma área em constante evolução, onde novos conhecimentos são desenvolvidos a todo o momento. Assim, estudar e se manter atualizado é essencial para o profissional, que deve acompanhar as novas ideias, práticas e diretrizes de sua profissão. //

B.A.P


Nome B.A.P / Melhor Absoluto Perfeito

Origem Seul, Coréia do Sul

Período em atividade Fev 2012 - Presente

Integrantes Yongguk, Himchan, Daehyun, Youngjae, Jongup e Zelo


Kim Him Chan

Nome artístico: 힘찬 (Himchan)

Nome verdadeiro: 김힘찬 (Kim Himchan)

Data de nascimento: 19/Abril de 1990

Altura: 180cm

Posição: Subvocal, visual

Matoki (coelho): Tatsmato (rosa)


PS.: É formado em música tradicional coreana, era ulzzang, foi MC de programas antes de estrear, apareceu nos clipes de “Shy Boy” e “Starlight Moonlight”, ambas de Secret, “Going Crazy” (Song Jieun) e “Never Give Up” (BANG&ZELO). 


Choi Jun Hong

Nome artístico: 젤로 (Zelo)

Nome verdadeiro: 최준홍 (Choi Junhong)

Data de nascimento: 15/Outubro de 1996

Altura: 184cm (e ainda crescendo)

Posição: Dançarino guia,  rapper guia, maknae (mais novo)

Matoki (coelho): Totomato (azul)


PS.:  Foi constantemente rejeitado nas agências por ser muito novo, participou de um subgrupo com Yongguk e lançaram “Never Give Up”. 


Bang Yong Guk

Nome artístico: 용국 (Yongguk)

Nome verdadeiro: 방용국 (Bang Yongguk)

Data de nascimento: 31/Março de 1990

Altura: 180cm

Posição: Líder, rapper principal

Matoki (coelho): Shishimato (vermelho)


PS.: Tem um irmão gêmeo (Yongnam), era um “underground rapper”,  estreou com “I Remember” com participação de Yoseob (Beast), participou de um subgrupo com Zelo e lançaram “Never Give Up”, participou de  “Going Crazy” (Song Jieun), apareceu nos clipes de “Make a Fuss”(Untouchable), “Shy Boy” e “Starlight Moonlight”, ambas de Secret. 


Moon Jongup 

Nome artístico: 종업 (Jongup)

Nome verdadeiro: 문종업 (Moon Jongup)

Data de nascimento: 6/Fevereiro de 1995

Altura: 176cm

Posição: Dançarino principal, subvocal

Matoki (coelho): Dadamato (verde)


PS.: Apareceu nos clipes de “Shy Boy” e “Starlight Moonlight”, ambas de Secret, e “Never Give Up” (BANG&ZELO). 


Yoo Young Jae

Nome artístico: 영재(Youngjae)

Nome verdadeiro: 유영재 (Yoo Youngjae)

Data de nascimento: 24/Janeiro de 1994

Altura: 178cm

Posição: Vocalista principal

Matoki (coelho): Jokomato (amarelo)


PS.: Ele é o “cérebro” do grupo, apareceu em “Starlight Moonlight” (Secret) e em “Never Give Up” (BANG&ZELO). 


Jung Dae Hyun

Nome artístico: 대현 (Daehyun)

Nome verdadeiro: 정대현 (Jung Daehyun)

Data de nascimento: 28/Junho de 1993

Altura: 177cm

Posição: Vocalista principal

Matoki (coelho): Kekemato (cinza com zíper)


PS.: Foi o último a entrar no grupo. 



B.A.P (coreano: 에이피 에이피; acrônimo de Best Absolute Perfect), um grupo de meninos sul-coreanos formado em fevereiro desse ano de 2012 pela TS Entertainment.


O B.A.P fez sua estréia musical com o single "Warrior" em 26 de janeiro de 2012, seguido pelo lançamento do EP EP Warrior em fevereiro de 2012.  


O cabelo loiro de B.A.P é o foco e usava ternos do exército enquanto subiam ao palco. Eles parecem ter saído de um mangá japonês Dragonball com uma atmosfera de guerreiro alienígena. Eles mostraram o conceito de um alienígena pronto para conquistar a terra através de sua vitrine.

“Para um programa a cabo, parecemos alienígenas. Nossos cabelos são tingidos para dar uma aparência mais estranha. ”(Youngjae)

“Como novatos, nossos cabelos eram tingidos de loiro para mostrar uma atmosfera de que somos uma equipe.” (Daehyun)


Mas com o 'Poder de Loiro', os membros da equipe sentem que não têm uma personalidade individual.

“Às vezes os fãs não conseguem dizer quem é quem. O diretor de câmera de transmissão de música também fica confuso. ”(Youngjae):“ Eu sabia que deveria pintar meu cabelo. Olhando no espelho, eu queria dizer 'Esse corante não combina comigo. Há também um coreano preto! '. ”(Himchan)

Por causa da cor loira, a pele fica mais escura para os hyungs e, ao contrário de ZELO, que sorri brilhantemente. “Todo mundo diz que sou eu quem combina com o loiro. Acredito que sim também. ”(ZELO),“ Naquela época, não acho que sirva para ninguém. ”(Himchan)

Para dar uma sensação de guerreiro, seus olhos estão cobertos de maquiagem escura. "É difícil lavar a maquiagem dos olhos. Estou aprendendo a apagá-los. ”(Himchan)

Membros que desejam que o grupo se especialize em música, moda e dança.

“Nosso sonho é ser um grupo global. Foi aí que lançamos 'Conquer the Earth', então vamos trabalhar duro. Em 2012, nosso desejo é ganhar o Prêmio Rookie na Cerimônia de Premiação. Por favor, torça por nós. ”(Todos)



2011: Pré-estreia

O líder do grupo, Yongguk, foi o primeiro membro a ser apresentado em 2011, apresentando a música "Going Crazy" do colega de gravadora Song Jieun. Ele também fez sua estréia solo em 11 de agosto com o single "I Remember", com Yang Yo-seob do B2ST. Himchan foi o segundo membro a ser apresentado ao público, como MC do programa de televisão da MTV Korea The Show. Em 23 de novembro, Zelo foi apresentado como o terceiro membro do grupo por meio de uma colaboração com Yongguk como o grupo Bang & Zelo. A dupla lançou o single "Never Give Up". 



2012: Warrior, Power, No Mercy, Crash e Stop It

Em janeiro de 2012, o grupo estrelou o programa de realidade Ta-Dah, It's B.A.P, que foi ao ar na SBS MTV. O programa focou em como os seis membros desempenham o papel de alienígenas de um planeta diferente que trabalharam juntos para estrear como B.A.P e invadir a Terra para ajudar a salvar seu planeta moribundo, o Planeta Mato. Em 25 de janeiro, o single de estréia do grupo "Warrior" foi lançado, com a MTV Korea descrevendo-o como "poderoso e carismático". Nancy Lee, do Enews World, observou que o grupo pretendia se diferenciar do arquétipo de ídolo masculino "garoto bonito" predominante na indústria da música K-pop com sua "imagem de garoto durão e ruim". Em 3 de fevereiro de 2012, o EP Warrior correspondente entrou na parada de álbuns da Billboard no # 10. Na Coréia do Sul, o Warrior vendeu mais de 10.000 cópias em apenas dois dias após o lançamento. 


B.A.P - WARRIOR (워리어) M/V

"Olá. Eu sou Bang Yongguk. Eu participei da composição das letras deste álbum. ”E os outros membros se apresentaram depois disso.

“Meus hobbies são o beat beat boxing, e eu gosto de andar de skate também. Eu acho que vai dar força às suas coxas. ”(ZELO)

“Formando em música tradicional. Sabe tocar violão, piano e bateria. Na música tradicional coreana (恨). Mas gosto de música tradicional e afro-americana. ”(Himchan)

“É de Busan. Tentando muito consertar meu sotaque. Foi difícil no começo, mas no final, se acostumar com o dialeto de Seul. ”(Daehyun)

"Eu vou mostrar uma representação. Vou seguir o que apareceu no Gag Concert de Choi HyoJong-ssi. Ae-mae-hab-ni-da-ing ~! ”(Youngjae)

“Gosto de dançar e meu hobby é ouvir música. Meu tipo favorito de dança é a dança de rua. Entre eles, eu gosto de b-boy. Dançam desde o primeiro ano do ensino médio. ”(Jongup)


Bang Yongguk fazia parte de um famoso músico de hiphop em Hongdae. Foi o primeiro membro do B.A.P introduzido através do Untouchable sunbae um ano e meio atrás. Em seguida, juntou-se a música tradicional e modelo Himchan, Daehyun de Busan, dançarina Jongup, vocalista emocional Youngjae e maknae ZELO. O B.A.P praticou juntos por cerca de um ano. Eles praticam 16 horas em um dia antes de sua estréia.

A faixa-título do álbum "Warrior" tem uma batida intensa e fala sobre críticas sociais em suas letras. O baixo rap de Bang Yongguk que combina com o rap de alta velocidade do ZELO, a esplêndida dança de Jongup, o vocalista Daehyun e Youngjae e o inesperado nível de habilidade vocal de Himchan.

Lembrando-nos do popular grupo H.O.T., de 1990, "Warrior's Descendant". Kangta, Moon Heejun, Jang Woohyeok, Tony Ahn, Lee Jaewon que estavam representando a onda coreana.

"É uma honra ser comparado ao H.O.T. Os ídolos hoje em dia têm imagens de um namorado doce. Queremos ser diferentes de outro grupo e não nos incluir no mesmo enredo. ”(Bang Yongguk)

Quando perguntado se eles podem ir além do H.O.T., Himchan disse: "Seria mais que suficiente ir além deles". Bang Yongguk acrescentou "Então, queremos trabalhar mais".


Na parte do refrão 'Warrior', há uma parte em que eles pisam. Uma vez durante a pré-gravação do programa de música, o piso do palco não aguentava a dança e desabou.

“O som do pé era como o guerreiro maori da Nova Zelândia. Foi realmente poderoso e eu gostaria que o palco desabasse mais uma vez no futuro. Eu não pretendia fazer isso, mas a dança deve ter uma força poderosa nela. ”(Bang Yongguk)

O segredo da dança poderosa é "bapsim (uma refeição tradicional coreana que consiste em arroz e acompanhamentos)", disse Youngjae.

“Nós treinamos para a vitrine às 04:00 do dia anterior. O chefe nos deu carne e arroz para comer e depois dormiu até de manhã. Não é que não queremos comer a carne, mas, como veio do chefe, é preciosa. ”(Youngjae):“ Uma pessoa come em cerca de 2-3 minutos. ”(Bang Yongguk)

Chamado de 'Big Rookies' assim que você estreou. Você se sente pressionado?

“No começo, era um fardo pensar em como os 3000 assentos seriam preenchidos para a vitrine.” (Daehyun)

"Eu estava surpreso. Fiquei emocionado ao ver que havia tantas pessoas que queriam nos ver. Nós nos sentimos bem depois de saber que todos os nossos esforços seriam bem utilizados. Vamos mostrar uma imagem melhor de nós. A imprensa também demonstrou interesse em nossos esforços ”(Bang Yongguk)

No momento, concluímos nosso estágio de estreia com segurança, mas um cantor passou por um caminho difícil e por obstáculos.

“No começo, eu fui a um show de talentos de transmissão local (Jeollanam-do, Mokpo). Formei uma equipe com meus amigos e queríamos fazer rap e dançar. Nós nos juntamos como o item do jogo. Foi no meu quarto ano do ensino fundamental. O palco literalmente explodiu. Meus pais foram contra no começo, mas depois viram a paixão em mim mais tarde. ”(ZELO)

“Queria ingressar na Music Academy, mas eles precisavam de uma nota média de 30 pontos ou mais. Eu fiz uma aposta com minha mãe sobre os resultados dos testes. No meu terceiro ano do ensino médio, marquei 43 pontos no meu curso intermediário e 80 na minha final. ”(Youngjae)

“Faço parte do Hongdae Club desde o terceiro ano do ensino médio, tocando hip hop nas ruas. Eu fui de um artista de hip hop para um cantor de ídolos, eu estava determinado a levar essa visão. Mesmo que eu mude pouco a pouco, vou provar para você. ”(Bang Yongguk)

“Agora, perto da empresa em Hannam-dong, é onde vivemos uma villa 'luxuosa' de 4 andares.” (Himchan): “Na vila de 4 andares que morávamos no porão, fiquei feliz por morarmos na 4 º andar. É por isso que é luxuoso. ”(Bang Yongguk),“ Viver no subsolo era divertido. Tudo isso foi boas lembranças. ”(Himchan)


Em março, o grupo lançou um single de acompanhamento, "Secret Love", e em abril eles voltaram com o single "Power" e o EP de mesmo nome. Após seu lançamento, a Power vendeu seu lote inicial de 30.000 cópias e entrou em # 10 nas paradas mundiais de álbuns da Billboard. 

 







fonte: amino
google
allkpop

domingo, 5 de fevereiro de 2012

EUA /// CONHECENDO ORLANDO 2





Orlando é uma cidade do estado norte-americano da Flórida, sendo sede do Condado de Orange. Foi fundada em 1873, e incorporado em 1875.
Crescimento populacional
Censo Pop. %±
1890 2 856


—
1900 2 481 -13,1%
1910 3 894 57,0%
1920 9 282 138,4%
1930 27 330 194,4%
1940 36 736 34,4%
1950 52 367 42,5%
1960 88 135 68,3%
1970 99 006 12,3%
1980 128 251 29,5%
1990 164 693 28,4%
2000 185 951 12,9%
2010 238 300 28,2%
Fonte: US Census
Segundo o censo nacional de 2010, a sua população é de 238 300 habitantes, e sua densidade populacional é de 898,52 hab/km². É a quinta maior cidade da Flórdia. Sua região metropolitana ultrapassa 2 milhões de habitantes. A cidade possui 121 254 residências, que resulta em uma densidade de 457,19 residências/km².
A cidade está localizada na região central do estado, possuíndo um clima subtropical. Pântanos são comuns na região. Famosa por suas atrações turísticas, tais como Walt Disney World Resort, Universal Orlando Resort e SeaWorld Orlando, Orlando recebe cerca de 2 milhões de turistas por ano, sendo a 38º cidade (fonte: Euromonitor International, empresa de análise econômica com mais de 600 colaboradores pelo mundo) mais visitada do mundo. Isto a faz comportar uma imensa infraestrutura de hotéis, carros de passeio e guias para atender tal demanda.
Além de ser um pólo turístico, Orlando também é um centro financeiro, passando atualmente por uma fase de intenso crescimento, com inúmeros projetos de expansão em andamento. É também considerado por oito anos consecutivos líder em atendimento e pesquisas na área da saúde (Florida Hospital), possui a segunda maior universidade do estado da Flórida, (University of Central Florida) e uma equipe na principal liga americana de basquetebol, a NBA (Orlando Magic).

História

A região onde hoje é localizado a cidade de Orlando, era habitada por uma tribo de nativos americanos conhecida pelo nome de seminoles. Durante a Primeira Guerra dos Seminoles um soldado chamado Orlando Reeves fora morto em 1836, em suas terras que produziam açúcar, seu corpo enterrado ao lado de uma árvore, com seu nome escrito na mesma. Mais tarde alguns colonos que chegaram à região passaram a atribuir o nome escrito no túmulo ao local que ali eles se estabeleceram, assim Orlando fora como o lugar passou a ser conhecido.
Durante a Segunda Guerra dos Seminoles, em 1838 o Exército da União estabeleceu um acampamento em Fort Gadlin, poucos quilômetros ao sul do atual centro da cidade, mas foi rapidamente abandonado quando a guerra chegou ao fim.
Somente durante a Terceira Guerra dos Seminoles, por volta de 1850, que a região passou a receber uma ocupação considerável, os primeiros habitantes em sua maioria eram criadores de gado, e assim permaneceu durante a Guerra Civil Americana.

Centro Financeiro de Orlando
De 1875 até 1895 a cidade passou por um fase de grande crescimento na produção de frutas cítricas, em especial a laranja, esta era ficou conhecida como a Era Premiada. Mas ao final da era a produção passou por grandes problemas devido a um tempo congelado que chegou à região, muitos dos produtores deixaram a cidade passando a produzir mais ao sul do Estado.
Orlando, por ser a maior cidade continental da Flórida, fora usada inúmeras vezes como local de acampamento para abrigar soldados desde a Guerra Hispano-Americana até a Segunda Guerra Mundial. Em 1958 a Base McCoy da Força Aérea foi fundada, onde era o assentamento do exército em Pine Castle, em homenagem ao Coronel Michael N.W. McCoy. Como Orlando é próximo da Base da Força Aérea de Patrick, Estação Kennedy da Força Aérea e do Centro Espacial de Kennedy, muitas companhias de alta tecnologia se estabeleceram na região, criando empregos de nível elevado para os habitantes de Orlando.
É por certo que o acontecimento de maior importância econômica para a cidade fora a decisão de 1965 em que Walt Disney iria construir o Walt Disney World Resort na cidade, a escolha de Orlando para ser a sede do complexo se deu ao fato de que furacões tem uma incidência menor do que nas cidades litorâneas. A obra do complexo terminou em Outubro de 1971, com isso um crescimento econômico e populacional gigantesco foi trazido, além de fazer a cidade ser conhecida no mundo inteiro. Um fato importante acontecido na mesma época, foi a construção do Aeroporto Internacional de Orlando, no lugar da Base McCoy da Força Aérea, sendo um dos mais movimentados aeroportos do mundo.
O prédio SunTrust Center é o maior de Orlando, construído em 1988, ele tem 134 metros; em segundo lugar está o Orange County Courthouse, construído em 1997, ele tem 127 metros. Hoje encontra-se em construção o prédio VUE no Lago Eola e terá 129,5 metros.

Clima

Orlando possui um clima subtropical quente e úmido, onde duas estações climáticas são bastantes peculiares. Uma delas é bastante quente e chuvosa, que vai do mês de abril até setembro; a outra é fria e com poucas chuvas, que vai do mês de outubro até março. O calor excessivo e a alta umidade, se dá ao fato da baixa elevação e sua posição relativamente próxima ao trópico de Câncer.
Durante a temporada de elevadas temperaturas e de um verão bastante úmido, o termômetro está sempre acima dos 22°C, no ponto mais quente do dia chega até os 45°C. Nestes meses fortes tempestades à tarde são comuns quase que diariamente, fazendo de Orlando a capital mundial dos raios e trovões. Já no inverno a umidade se encontra baixa, assim como os termômetros. Em média a temperatura não ultrapassa os 20°C, podendo chegar até 5°C. Não há registro de precipitação de neve na região.

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